E fiquei a saber algumas coisas interessantes:
- Em termos de índice de incidência de acidentes não mortais (nº de acidentes por 100 000 empregados), tivemos uma tendência francamente positiva. Passamos da liderança em 1994, com cerca de 6000, para um não brilhante, mas pelo menos esperançoso, 4º lugar, com pouco menos de 5000.
- Já em termos de acidentes mortais, a situação é desastrosa: primeiro lugar destacado, com 8 acidentes mortais por 100 000 empregados!!!!
Algumas reflexões são pertinentes:
- É incrível que estes índices não sejam disponibilizados pelas instituições portuguesas. O que estão a fazer o ISHST e a IGT?
- É incrível que, num documento de 2004, os dados apresentados sejam de 2000!!! Será que, nem o Eurostat, publica estes dados atempadamente?
- Que medidas enérgicas (porque, numa situação calamitosa como esta, as medidas têm que ser enérgicas) estão a ser tomadas para inverter esta situação: primeiro, pelos empresários, pelos profissionais de Segurança, depois pelo ISHST e, por fim, pela IGT. Não tenho a certeza se a ordem será esta, mas que todos terão que estar envolvidos na alteração desta situação, disso tenho a certeza!