Bem, começo por mim: quanto à primeira pergunta, a resposta é não, não tenho um plano de emergência familiar. E às perguntas seguintes, a resposta é sim: já pensei que deveria ter um, que respondesse a várias questões. Porque não o fiz? Falta de tempo, faço-o amanhã,... em suma, todas as desculpas de mau pagador.
Mas porque não começar agora? Você e eu?
Do mesmo modo que os negócios e as empresas, que têm legalmente que efectuar a sua preparação para emergência, também as famílias e os cidadãos deveriam preparar-se. Deveriam estar preparados para os riscos mais provavéis de se materializarem nas suas áreas de residência ou trabalho. É claro que o grau de complexidade de uns e de outros é distinto, mas os princípios por detrás da sua elaboração são os mesmos:
- Quais são os riscos que poderão ocorrer e provocar danos
- Como me devo preparar para evitar que ocorram, agindo preventivamente
- Como me posso preparar para responder a esses danos, quando ocorram
- Quais os meios que posso mobilizar e ter ao meu alcance para enfrentar esses riscos
Eis um pequeno esboço de como poderá preparar o seu plano de emergência familiar:
- Recolha informação sobre os riscos existentes
- Reuna com a sua família para criar o plano
- Implemente o plano
- Pratique e mantenha o plano actualizado.