- Esta sociedade foi fundada em 1956;
- É uma espécie de federação de 12 sociedades, cada uma delas representando um das autonomias (que são mais de 12, mas, provavelmente, algumas das sociedades abrangem mais que uma);
- E envolve mais de 3000 profissionais da área da Prevenção de Riscos Laborais: técnicos de segurança, médicos do trabalho,...
Segurança e Higiene do Trabalho, Segurança e Saúde no Trabalho, Acidentes de Trabalho, Doenças Profissionais, Riscos... Tudo explicado, discutido e debatido por mim, João Rui Pinto, Técnico Superior de Higiene e Segurança, Licenciado em Engenharia Química e apaixonado por estes temas. Com a vossa ajuda e contribuição, caro leitor. Para que não restem dúvidas, todas as opiniões expressas neste blog são apenas as minhas e não de qualquer organização onde trabalhe ou tenha trabalhado.
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domingo, agosto 05, 2007
Sociedad Española de Medicina y Seguridad del Trabajo
Encontrei a Sociedad Española de Medicina y Seguridad del Trabajo, mais uma vez a deambular pela net ou indicado por algum site de que já não me recordo. E fiquei surpreendido com a vitalidade da Segurança e Saúde no Trabalho em Espanha. Vejamos:
Associação Portuguesa para a Promoção da Saúde Pública
Encontrei, ao deambular pela net, a APPSP - Associação Portuguesa para a Promoção da Saúde Pública. Como, em muitos casos, alguns problemas na área do trabalho são verdadeiros problemas de Saúde Pública, achei por bem publicar o seu link. A página não é muito atractiva, mas tem alguma informação interessante.
sexta-feira, junho 22, 2007
Achegas para a História da Segurança e Saúde no Trabalho
A SOBES, Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança, tem uma página onde aborda brevemente a história da Prevenção de Acidentes, ou seja, da Segurança do Trabalho.
O início da Prevenção de Acidentes surge ligada à medicina. As consequências dos acidentes de trabalho chegavam às mãos dos médicos, que eram quem se deparava com o sofrimento que eles geravam. Foram, assim, os médicos que tomaram a liderança desta área.
Por isto, a Prevenção de Acidentes de Trabalho nasce ligada às consequências dos acidentes. Que só eram considerados importantes e merecedores de tratamento se tivesse danos pessoais. E surgem as estatísticas de acidentes apenas para estes casos.
A Prevenção de Acidentes encontra-se, nos seu início, com um enfoque mais reactivo que preventivo.
Na década de 30, com o trabalho de Heinrich Industrial Accident Prevention, este mostra que, para cada 300 acidentes sem danos humanos, ocorria 1 acidente grave com danos humanos. Este estudo mostrava que, ao estudar e investigar apenas os acidentes com danos humanos, se perdia uma grande quantidade de informação importantes. E dá-se, então, uma mudança para um paradigma mais preventivo.
A engenharia entra na Segurança do Trabalho mais tarde. Inicialmente, apenas preocupada com os problemas directamente relacionados com a produção, só bastante mais tarde se interessa pela área da Prevenção de Acidentes.
No Brasil, na década de 40, surge a ABPA, Associação Brasileira de Prevenção de Acidentes, quando empresários, industriais e empregadores, começam a perceber que a Prevenção de Acidentes era bom negócio.
Apesar desta realidade ser brasileira, com alguma facilidade poderá ser transposta para a realidade nacional. Também aqui a Segurança do Trabalho foi, e ainda é (?), liderada pela profissão médica.
O início da Prevenção de Acidentes surge ligada à medicina. As consequências dos acidentes de trabalho chegavam às mãos dos médicos, que eram quem se deparava com o sofrimento que eles geravam. Foram, assim, os médicos que tomaram a liderança desta área.
Por isto, a Prevenção de Acidentes de Trabalho nasce ligada às consequências dos acidentes. Que só eram considerados importantes e merecedores de tratamento se tivesse danos pessoais. E surgem as estatísticas de acidentes apenas para estes casos.
A Prevenção de Acidentes encontra-se, nos seu início, com um enfoque mais reactivo que preventivo.
Na década de 30, com o trabalho de Heinrich Industrial Accident Prevention, este mostra que, para cada 300 acidentes sem danos humanos, ocorria 1 acidente grave com danos humanos. Este estudo mostrava que, ao estudar e investigar apenas os acidentes com danos humanos, se perdia uma grande quantidade de informação importantes. E dá-se, então, uma mudança para um paradigma mais preventivo.
A engenharia entra na Segurança do Trabalho mais tarde. Inicialmente, apenas preocupada com os problemas directamente relacionados com a produção, só bastante mais tarde se interessa pela área da Prevenção de Acidentes.
No Brasil, na década de 40, surge a ABPA, Associação Brasileira de Prevenção de Acidentes, quando empresários, industriais e empregadores, começam a perceber que a Prevenção de Acidentes era bom negócio.
Apesar desta realidade ser brasileira, com alguma facilidade poderá ser transposta para a realidade nacional. Também aqui a Segurança do Trabalho foi, e ainda é (?), liderada pela profissão médica.
sábado, junho 16, 2007
Mal entendido
Ao visitar o site da APPST deixei um comentário no seu livro de visitas. Nesse comentário, para além de dizer que a página tem temas muito interessantes, referi que, em minha opinião, o site poderia melhorar em termos de aspecto gráfico. Mas, acrescentei que era compreensível, quer por ser uma associação muito recente, quer por, provavelmente, ter poucos recursos.
Hoje, o seu secretário geral, Brites dos Santos, teve a gentileza de deixar um comentário no Morrer a Trabalhar. E, pelo seu teor, verifica-se que fui mal interpretado. Não pretendia, de modo nenhum, ser ofensivo nem sobranceiro. O meu comentário não pretendia ser destrutivo, mas sim incentivador. Se, de algum modo, pareci o contrário, peço desde já as mais sinceras desculpas.
Como já referi anteriormente, no post O Link mais importante, fiquei agradavelmente surpreendido pelo link feito da APPST. Por isso, se continuarem a julgar positivamente o Morrer a Trabalhar, o link continua a ser bem vindo.
Ah, já agora: o aspecto gráfico melhorou com as alterações...
Hoje, o seu secretário geral, Brites dos Santos, teve a gentileza de deixar um comentário no Morrer a Trabalhar. E, pelo seu teor, verifica-se que fui mal interpretado. Não pretendia, de modo nenhum, ser ofensivo nem sobranceiro. O meu comentário não pretendia ser destrutivo, mas sim incentivador. Se, de algum modo, pareci o contrário, peço desde já as mais sinceras desculpas.
Como já referi anteriormente, no post O Link mais importante, fiquei agradavelmente surpreendido pelo link feito da APPST. Por isso, se continuarem a julgar positivamente o Morrer a Trabalhar, o link continua a ser bem vindo.
Ah, já agora: o aspecto gráfico melhorou com as alterações...
segunda-feira, junho 11, 2007
O link mais importante
No post anterior, fiz referência ao nascimento de uma nova associação profissional na área da SST. O curioso foi o modo como a encontrei: através de um visitante que nos visitou vindo da página da APPST. E descobri que o Morrer a Trabalhar também está ligado, indirectamente, ao nascer desta nova associação. Os seus corpos sociais consideram-nos um dos links úteis, ao lado da ICOH, do INSHT espanhol e do ISHST, só para citar alguns. Podem comprovar na imagem abaixo e na própria página.

Esta é a manifestação clara de que estamos no bom caminho. E é, com toda a certeza, o link mais importante que até hoje tivemos. Obrigado pela referência e espero que nos continuem a considerar como um link útil.

Esta é a manifestação clara de que estamos no bom caminho. E é, com toda a certeza, o link mais importante que até hoje tivemos. Obrigado pela referência e espero que nos continuem a considerar como um link útil.
domingo, junho 10, 2007
Associação Portuguesa para a Prevenção e Saúde no Trabalho
Foi criada, muito recentemente, uma nova associação profissional que lida com estes temas: a APPST - Associação Portuguesa para a Prevenção e Saúde no Trabalho. Na sua página, afirmam que irão por ao dispor dos seus associados um conjunto vasto de competências que permitam desenvolver uma verdadeira Cultura de Segurança.
Explorando a página, chegamos à apresentação dos orgãos sociais. Aqui, encontramos algumas pessoas conhecidas na Área da Segurança e Saúde no Trabalho, e não só: o dr. Nuno Castelo Branco, que descobriu a Doença Vibroacústica, nas OGMA; o dr. Garcia Pereira, mais ligado ao Direito de Trabalho que à SST; Isabel Santos, a directora da Revista Segurança... As restantes não conheço. Mas encontramos vários dos elementos dos orgãos sociais nos colaboradores permanentes da Revista Segurança.
Confesso que o nome me surpreende um pouco. Normalmente, a prevenção está ligada à Segurança, apesar das raízes históricas para isso serem um pouco afastadas da área da SST. Mesmo assim, para quem se reivindica como catalisador para uma verdadeira Cultura de Segurança, o nome parece-me talvez pouco adequado. Mas talvez tenha sido um problema na altura de registar o nome... Ou não...
Lendo melhor o nome, talvez tenha sido mesmo propositado o deixar cair a Segurança, muitas vezes ligada à Security quando usada em conjunto com prevenção, e juntá-la a Saúde. Assim, talvez o objectivo tenha sido juntar a Prevenção de acidentes de trabalho, com a Saúde, para as doenças profissionais.
Explorando a página, chegamos à apresentação dos orgãos sociais. Aqui, encontramos algumas pessoas conhecidas na Área da Segurança e Saúde no Trabalho, e não só: o dr. Nuno Castelo Branco, que descobriu a Doença Vibroacústica, nas OGMA; o dr. Garcia Pereira, mais ligado ao Direito de Trabalho que à SST; Isabel Santos, a directora da Revista Segurança... As restantes não conheço. Mas encontramos vários dos elementos dos orgãos sociais nos colaboradores permanentes da Revista Segurança.
Confesso que o nome me surpreende um pouco. Normalmente, a prevenção está ligada à Segurança, apesar das raízes históricas para isso serem um pouco afastadas da área da SST. Mesmo assim, para quem se reivindica como catalisador para uma verdadeira Cultura de Segurança, o nome parece-me talvez pouco adequado. Mas talvez tenha sido um problema na altura de registar o nome... Ou não...
Lendo melhor o nome, talvez tenha sido mesmo propositado o deixar cair a Segurança, muitas vezes ligada à Security quando usada em conjunto com prevenção, e juntá-la a Saúde. Assim, talvez o objectivo tenha sido juntar a Prevenção de acidentes de trabalho, com a Saúde, para as doenças profissionais.
terça-feira, maio 29, 2007
European Network of Safety and Health Professional Organizations
A ENSHPO é uma organização europeia que reúne as organizações profissionais na área da Segurança e Higiene do Trabalho de vários países europeus. O membro português é a SPOSHO (Sociedade Portuguesa de Segurança e Higiene Ocupacionais), que já fizemos referência num post anterior, no longínquo mês de Abril de 2005.
No seu site, a ENSHPO define como objectivo principal motivar a participação de todas as organizações membros e tornar-se a voz da profissão junto dos decisores políticos e parceiros sociais:
No seu site, a ENSHPO define como objectivo principal motivar a participação de todas as organizações membros e tornar-se a voz da profissão junto dos decisores políticos e parceiros sociais:
The main objectives of ENSHPO are to ensure participation from all of the practitioner organisations across Europe, including current Member States, new Member States, applicant countries and other European countries. As the Network represents the views, opinions and concerns of this extensive group of OSH practitioners, it is able to operate as a dialogue partner with relevant national and international authorities, as well as co-operating with other organisations, institutions, and federations within Europe and beyond.A sua página de links tem um conjunto de organizações que, até hoje, não conhecia. Irei tentar perceber melhor o que fazem.
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